TELEFONES
ÚTEIS
Acidente de Trânsito...........................................................................194
Água e Esgoto (Sabesp).....................................................(13)
3317-3237
Ambulâncias......................................................................................192
Balsa................................................................................(13)
3305-1153
Bombeiro (Salvamento Aquático)........................................(13)
3317-1516
Bombeiro (Incêndio)..........................................................(13)
3317-1516
Câmara Municipal de Bertioga............................................(13)
3317-2524
Centro de Saúde..............................................................(13)
3317-1163
Polícia - Emergência...........................................................................190
Base Anchieta...................................................................(13)
3317-2463
Base Boracéia...................................................................(13)
3312-1091
Base Riviera.....................................................................(13)
3316-7971
Polícia Rodoviária..............................................................(13)
3313-1200
Portal do Indaiá................................................................(13)
3313-1347
Portal da Riviera...............................................................(13)
3316-7621
Correios (Bertioga)...........................................................(13)
3317-1724
Correios (Riviera).............................................................(13)
3316-7669
Delegacia de Polícia..........................................................(13)
3317-1411
Dersa / Ecovias.................................................................0800
19 78 78
Elektro.............................................................................0800
11 01 41
Fórum de Bertioga...........................................................(13)
3317-3635
Hospital Santa Casa de Santos..........................................(13)
3202-0600
Informação ao Turista......................................................(13)
3317-3567
Ônibus Intermunicipais.
Eroles............................................................................(13)
3317-1208
Litorânea........................................................................(13)
3317-1524
Translitoral.....................................................................0800
70 16 750
Viação Bertioga...............................................................(13)
3317-2298
Ultra (Riviera).................................................................(13)
3316-6578
Ultra (Bertioga)...............................................................(13)
3317-2140

BERTIOGA
São 43 Km de praias longas e planas com areias
duras, a mais agitada é a praia de São
Lourenço onde fica o condomínio de classe
média, "Riviera de São Lourenço"
com ótima infra-estrutura turística,
bares, shoppings, casas noturnas e supermercados além
da segurança particular que faz a ronda no
comdomíno.
A maior parte de Bertioga encontra-se no Parque Estadual
da Serra do Mar formando um verdadeiro santuário
ecológico com muita Mata Atlântica, rios,
longos manguezais, cachoeiras e belas praias fazem
as atrações deste paraíso.
Bertioga fica muito próxima a São Paulo,
faz divisa ao sul com o Guarujá e ao norte
divide a praia da Boracéia com São Sebastião.
Bertioga, como todo
litoral paulista, possui vestígios de ocupação
pré-histórica, comprovados pelos diversos
depósitos de calcários existentes na
região.Esse tipo de sítio arqueológico,
a que damos o nome de Sambaqui, constitui-se de grandes
quantidades acumuladas de conchas de moluscos marinhos
e terrestres, misturados com instrumentos de pedra
e ossos e esqueletos ou parte de esqueletos humanos
e de animais que representam testemunhos de cultura
dos paleoamerídios do Brasil.
Bertioga surge na História do Brasil com a
importância de um dos primeiros pontos geográficos
interessados no povoamento regular, pontos estes destinados
à defesa desse povoamento e a palco de grandes
batalhas entre a civilização, representada
pelos portugueses de Martim Afonso de Sousa, e a barbárie,
representada pelos tamoios de Aimberê, Caoaquira,
Pindobuçu e Cunhambebe, em constantes incursões
e correrias destruidoras.
Seu povoamento teve
início no ano de 1531, quando Martim Afonso
de Sousa, nomeado Governador Geral da Costa do Brasil,
aportou às águas da antiga Buriquioca.
Com a intervenção de João Ramalho,
Martim Afonso deixou em terra alguns homens para realizar
ali uma primeira feitoria da nova fase ou um pequeno
fortim, partindo em seguida rumo ao sul, dirigindo-se
para o outro lado da ilha, e fundar oficialmente a
Vila de São Vicente.
Surge, nesta época,
Diogo de Braga, personagem de origem desconhecida
e que parecia viver entre os índios e agregados,
pois era casado com uma índia e já estava
em Bertioga anos antes da chegada de Martim Afonso,
falando corretamente a língua dos tupis. A
ele, e seus cinco filhos e mais companheiros deixados
pelo governador e donatário, se devem as tentativas
de formação da primeira colônia
e a construção de uma pequena estacada,
origens do atual Forte São João.
Esta Área constituiu-se
importante ponto estratégico na defesa e vigia
do caminho natural de tamoios e franceses. Hans Staden
dá-nos relatos bem vivos dos freqüentes
assaltos. Daí a necessidade de ser fortificado
o local, o que foi feito em ambos os lados da Barra:
Fortaleza de São Tiago de Bertioga, ou São
João, no trecho continental, e forte de São
Luís, ou São Felipe, na fronteira ilha
de Santo Amaro.
Essa fortificação
só se efetivou em 1547, após ataques
dos índios tupinambás, que incendiaram
a primeira paliçada existente.Testemunha de
iNúmeros acontecimentos decisivos para a História
do Brasil, o Forte São João tornou-se
um símbolo para Bertioga e um marco para a
História do país. Foi nele que, em 1563,
os jesuítas Manoel da Nóbrega e José
de Anchieta se hospedaram, por cinco dias, antes de
irem para Ubatuba apaziguar os índios revoltados
na Confederação dos Tamoios.
Foi também de
Bertioga que Estácio de Sá e sua esquadra
partiram, em 1565, para dar combate aos franceses
e fundar a cidade do Rio de Janeiro.O sítio
primitivo de Bertioga era uma pequena linha de praia
protegida pelo outeiro de Buriquioca, hoje Morro da
Senhorinha. O antigo núcleo estendeu-se também
pelo outro lado da barra, onde, em meados do século
XVI, fora fundada a capela de Santo Antônio
de Guaíbe.
Nos primórdios
do século XVIII, com o uso do azeite de baleia
para iluminação pública e particular,
Bertioga passou a ter grande importância, graças
à criação da Armação
das Baleias para a pesca da Baleia e onde foram construídos
grandes tanques para depósito de óleo
desses animais.Assim, durante certo tempo, o azeite
de Bertioga contribuiu para a iluminação
de Santos, São Vicente, São Paulo, São
Sebastião e, em parte, também do Rio
de Janeiro.
Durante muito tempo
Bertioga conservou-se como um núcleo de pescadores,
dos mais pobres, com cerca de duas dúzias de
casas defronte do porto da barca e três pequenas
casas de Comércio.Somente na década
de 40, o pequeno núcleo de pescadores começou
a despertar para sua grande função:
a de Estância Balneária.
Com a melhoria das
vias de acesso, através da construção
de estradas e cobertura de asfalto da estrada que
corta o Guarujá em direção ao
ferry-boat, que faz a travessia que liga à
Ilha de Santo Amaro à Bertioga, iniciou-se
uma grande expanSão urbana da vila.Nesta época,
em 1944, Bertioga (e toda extenSão territorial
norte) foi transformada oficialmente em distrito de
Santos.
Passados três
anos, Bertioga foi elevada à subprefeitura,
mas continuou, durante muito tempo estagnada, sem
água, luz, telefone, arruamento ou acessos
rodoviários, contando apenas com um único
meio de transporte: as embarcações da
Companhia Santense de Navegação, que
com alguma precariedade, interligava diariamente Bertioga
ao Porto de Santos.Após dois movimentos pró-emancipação,
um em 1958 e outro em 1979, Bertioga conquistou sua
autonomia.
No dia 19 de maio de
1991, a População compareceu às
urnas, realizando o plebiscito que resultaria na emancipação
do distrito. Das 3.925 pessoas que votaram, 3.698
foram favoráveis à independência
de Bertioga. No ano seguinte, foram realizadas as
primeiras eleições da cidade, consolidando
sua autonomia e elegendo seu primeiro prefeito, o
arquiteto José Mauro Dedemo Orlandini, e seus
vereadores constituintes: Lairton Gomes Goulart, Sérgio
Pastori, Francisco Soto Barreiro Filho, Miguel Seiad
Bichir Neto, Antônio de Jesus Henriques, Ney
Moura Nehme, Nelson Turri, José Carlos Buzinaro
e Antônio Rodrigues Filho.

INFORMAÇÕES GEOGRÁFICAS
:
Categoria: Estância Balneária
Origem do Nome: Vem de Buriquioca, nome indígena
que significa morada dos macacos Buriquis.
Cores Oficiais: verde, branco e azul
População: 30.903 (Dados do IBGE 2000),
sendo 14.900 mulheres e 16.003 homens.
Eleitores: 21.555 divididos em 44 seções
eleitorais
Principais atividades econômicas: Turismo, comércio
e construção civil
GEOGRAFIA
Norte - Salesópolis, Biritiba Mirim e Mogi
das Cruzes.
Sul - Guarujá e Oceano Atlântico
Leste - São Sebastião
Oeste - Santos
Dimensão: 482 km², sendo 85% de área
de preservação ambiental permanente.
- Altitude: 3 metros - Latitude: 23° 51'17"(S)
- Longitude: 046°08'03"(W) - Bacias Hidrográficas:
Itapanhaú (39 km), Itaguaré (12,5 km)
e Guaratuba (14 km) - Clima: Tropical temperado -
Ventos: quadrante leste

Bertioga no século
XX
O renascimento de Bertioga só veio surgir no
século XX, ou mais precisamente a partir de
1930, quando conquistou sua condição
de Distrito de Paz e, posteriormente, de Subprefeitura.
No primeiro quartel
deste século (N.E.: século XX), Bertioga
se manteve no total ostracismo, estagnada, sem água,
sem luz elétrica e sem qualquer transporte
regular.
Na vila vegetava um
reduzido comércio rudimentar que atendia, precariamente,
as famílias de pescadores que ali residiam,
formando um núcleo de casas que se dispersavam
numa estreita faixa de terra, ao longo de 3 ou 4 km
de praia.
Toda sua riqueza estava
no seu potencial turístico, na sua beleza pitoresca,
na sua simplicidade, na fartura de sua pesca e no
esplendor de sua história.
Participaram dessa
primeira fase de seu soerguimento alguns poucos comerciantes
pioneiros, entre os quais citamos João Basílio
dos Santos, com seu armazém, no velho casarão
de sua chácara, ao lado do Forte São
João da Barra, que ali se teria instalado em
1909; Manoel Nunes Viveiros, mais conhecido como "Maneco
Ilhéus", com seu pequeno estábulo,
desde os anos 20, em terras que hoje compreendem o
início da Av. Anchieta; Elias Nehme, com sua
Pensão Paulista, na praia, na terceira quadra,
hoje, da Av. Tomé de Souza e com seu armazém
de madeira, em frente à ponte de atracação
de barcos, na faixa agora ocupada pelo ajardinamento
e, posteriormente, com sua construção
em alvenaria, nos anos 40, do Bar, Restaurante e Armazém
Mar e Terra, no mesmo local, porém já
com o recuo para a abertura da Av. Vicente de Carvalho;
João Sabino, com seu bazar de roupas, tecidos
e armarinhos, ao lado do Bar do Faninho, ainda existente
no mesmo local; Miguel Seiad Bichir, com seu bar,
também em frente à ponte das barcas,
onde comercializava sua apreciada caninha "Praia
Preta", por ele e seus filhos destilada nessa
praia, na Ilha de Santo Amaro, além de outros,
como Epifânio Batista, Nestor Pinto de Campos,
Orivaldo Camarco, João Scardini, João
Anastácio e Jayme e Ary Nehme.
João de Andrade,
no início da década de 1930, instalou
junto à sua casa, a 3 ou 4 km do núcleo
comercial da vila, um forno de padaria, com o qual,
por mais de dez anos, abasteceu de pão todos
os caiçaras das praias de Bertioga, e ainda
além; Afonso Paulino, no início dos
anos 40, instalou a primeira padaria na vila, como
estabelecimento comercial e não apenas como
indústria, na esquina da Av. Vicente de Carvalho
com a Rua Irmãos Braga, vendendo-a, por volta
de 1947, a José Rodrigues, que logo a transferiu
para um novo prédio, em frente, construído
por ele, onde também instalou restaurante,
bar e lanchonete e, em meados dos anos 60, construiu
um novo prédio para instalar a mesma Panificadora
São João da Barra, com amplas e modernas
instalações, na Rua Irmãos Braga,
onde ainda permanece; José Ribeiro de Araújo,
como principal armador de pesca, principalmente de
tainha, da região; Norberto Luiz, como grande
extrator de caxeta (madeira nativa nessa faixa do
litoral, muito usada, na época, para tamancos
e caixas de frutas), seguido de Eugênio Figueiredo
Costa, no Buracão, e Rubens Ferraz, em Caruara,
também destacados cortadores de caxeta, nos
anos 40.
O grande empresário
de Bertioga, no final dos anos 1930, foi Rafael Costábile,
que investiu, sozinho, uma elevada soma para a construção
do Lido Hotel - o primeiro estabelecimento hoteleiro
da região -, um grande hotel, amplo, moderno,
confortável, dotado de frigorífico,
de transporte, de usina geradora de energia elétrica,
de restaurante e amplo jardim. Foi inaugurado em 1940
e funcionou por mais de 30 anos, a maior parte deles
dirigido por Henrique Costábile, que acompanhou
seu pai desde a construção. No Lido
Hotel funcionou, por algum tempo, o primeiro posto
telefônico de Bertioga - o PS-1, depois transferido
para a Padaria São João da Barra, por
estar situada na parte central da vila.
José Ermírio
de Moraes, Alberto Caldas, Octacílio E. Oliveira,
José Quartim Barbosa e outros fundaram a Cia.
Urbanística de Bertioga, para abrir os primeiros
loteamentos, no início da década 40,
compreendendo grande parte da área da vila,
inclusive o Morro da Senhorinha, que foi destruído
para a utilização de sua terra, saibro
e pedra, nos próprios aterros e construções
da urbanização da vila.
Alguns anos depois,
o mesmo grupo, com diversos acionistas, constituiu
a Praias Paulistas S/A, para lotear uma grande área
adjacente à Praia de São Lourenço,
junto à Enseada, hoje cortada pela estrada
de Moji-Bertioga e, ainda hoje, com mais de trinta
e cinco anos, ainda constinua loteando e urbanizando
aquela área.
Elza e João
Scardini instalaram a Pensão Holandesa, ao
lado do Lido Hotel, por volta de 1945. Coriolano Mazzoni
construiu o Hotel e Restaurante Umuarama, na esquina
da Av. Vicente de Carvalho com a Av. Tomé de
Sousa, o segundo hotel de Bertioga, inaugurado em
1950 - e no qual passou a funcionar, alguns anos depois,
o posto telefônico PS-1. Coriolano Mazzoni e
seu filho Licurgo Mazzoni, em 1955, inauguraram A
Viga Mestra, o primeiro estabelecimento de materiais
para construção e ferragens e, em 1956,
montaram o primeiro cinema da vila, que não
teve público suficiente para se manter, depois
de alguns anos, com a penetração da
televisão em quase todos os lares.
Na década de
50, Alberto Hugo de Oliveira Caldas montou, em Bertioga,
a primeira fábrica de blocos de cimento. Sílvio
Rodrigues foi o primeiro incorporador imobiliário,
construindo o Edifício Silvia-Mara, de 3 pavimentos.
Na década de 60, a Multipesca S/A e a Pesca
Nova S/A instalaram suas fábricas de conservas
e seus grandes frigoríficos e com a Indústria
de Produtos Alimentícios Palmares Ltda., instalada
no início da década 70, abriram campo
para um pequeno pólo industrial, em Bertioga,
que não chegou a ser desenvolvido. Humberto
da Silva Piques instalou a primeira farmácia.
Em 1971, Bertioga inaugurou
sua primeira via pública asfaltada - Av. Vicente
de Carvalho - conjuntamente com seu primeiro ajardinamento
e seu píer de concreto, para a atracação
das lanchas, cujos melhoramentos foram inaugurados
pelo interventor na Prefeitura de Santos, general
Clóvis Bandeira Brasil.
Em 1976, Fernando Martins
Lichti funda o primeiro clube de serviço -
o Lions Clube de Bertioga, de cuja fundação
foi padrinho o Lions Clube de São Vicente.
Em 1978, o prefeito de Santos, Antonio Manoel de Carvalho,
inaugurou a pavimentação da Rua João
Ramalho, em toda a sua extensão, bem como os
novos prédios do Pronto-Socorro e da Administração
Municipal Regional. Nesse mesmo ano, o Lions Clube
de Bertioga entregou à Polícia Militar
do Estado o primeiro Posto de Salvamento nas Praias,
por ele construído com o apoio da comunidade
e da Prefeitura de Santos.
Em dezembro de 1965,
o prefeito municipal de Santos, engenheiro Sílvio
Fernandes Lopes, acionou a chave ligando a energia
elétrica à vila, que passou a dispor
de iluminação pública e domiciliar
oferecida pela Usina de Itatinga, através da
CESP.
O abastecimento de
água, por rede domiciliar, foi inaugurado em
1969, cuja captação na serra e adutora
foi executada pelo Estado e está entregue à
Sabesp. O Pronto-Socorro Municipal, com ambulância
e médico permanente, foi instalado em 1951,
pelo prefeito Sílvio Fernandes Lopes. A Sociedade
Amparo aos Praianos de Bertioga, fundada na década
40, logo construiu sua sede, em terreno doado pela
Cia. Urbanística, na Rua João Ramalho,
onde instalou seu Posto de Puericultura, posteriormente
gabinete dentário e mais tarde ambulatório
médico permanente, através do Centro
de Saúde do Estado.
Lembramos, ainda, alguns
nomes e fatos pioneiros que devem ser registrados
para a história de Bertioga: Miguel Arcanjo
foi sua primeira autoridade policial, seu primeiro
postalista e agente das barcas da Cia. Santense de
Navegação. Seus primeiros professores
foram Inácio José da Hora, na Vila,
também barbeiro estabelecido, e Antonio da
Costa Barros, no Indaiá. Os primeiros inspetores
escolares, que fiscalizavam as duas escolas à
moda antiga, com muita dedicação e austeridade,
desempenhando suas obrigações com enormes
sacrifícios, muitas vezes percorrendo 12 km
de praia a pé e viajando em barcos de pesca,
em total desconforto, foram o professor Delfino Stockler
de Lima e a professora Alzira Martins Lichti, até
1945.
O primeiro telegrafista
foi José Epifânio da Silva, que, para
restabelecer as linhas rompidas, percorria muitos
quilômetros de mata, enfrentando sérios
riscos. O dr. Brasilino Vaz de Lima foi o primeiro
médico do Estado, efetivamente instalado, em
Bertioga, onde passou a residir, em 1952. Walter Prado
foi o primeiro titular do Cartório de Paz e
Registro Civil, em 1960.
Foram subprefeitos
de Bertioga, a partir de 1946: engenheiro Carlos Lang,
Sílvio Rodrigues, Isaac de Oliveira, Ary Fonseca
Cruz, Miguel Lourenço, Oswaldo Soares, Alberto
Alves, Henrique Costábile, Jaime Pina Nascimento,
Coriolano Mazzoni e Faustino Gomes. Foram seus administradores
regionais municipais: engenheiro José Sanches
Ferrari, engenheiro Geraldo Maria da Silva, engenheiro
Luiz Carlos Rachid e, atualmente (N.E.: 1986), engenheiro
José Mauro Orlandini.
Francisco Quartim Barbosa,
em 1940, instalou a Granja Tupi, a primeira com fins
comerciais. De 1965 a 1968 funcionou a primeira agência
bancária de Bertioga, o Banco Nacional da Lavoura,
sendo seu gerente o sr. Coriolano Bazzoni. A Telesp,
desde o advento da Cia. Telefônica Brasileira,
com o PS-1, em Bertioga, até 1978, manteve
a vila com apenas uma dezena de telefones, em precaríssimas
condições. A 27 de julho de 1979, inaugurou
seu plano de expansão, com DDD e DDI, com capacidade
para mais de oitocentos telefones. O 1º subdelegado,
no final da década 50, foi Henrique Costábile,
e o 1º delegado de carreira, já com a
instalação da Delegacia de Polícia
de Bertioga, foi o bacharel Rivalino Borges.
No limiar da nova era
bertioguense, um casal alemão - Bertha e Germano
Besser -, encantado por esse recanto paradisíaco,
construiu a maior vivenda da vila, no final dos anos
20, em parte do terreno que fora de João Basílio
dos Santos, ao lado do Forte São João
da Barra, e nessa data instalou uma ampla pensão
turística, com 7 quartos, sala, varanda, que
logo se tornou conhecida e preferida, pelas suas peixadas
e pelo seu pão de centeio caseiro, feito por
dona Bertha.
Com a declaração
e guerra do Brasil à Alemanha, Itália
e Japão, em 1942, todas as pessoas oriundas
desses países foram impedidas de continuar
residindo ou trabalhando no litoral e tiveram de se
transferir, rapidamente, para o interior. Assim aconteceu
com o casal Germano-Bertha Besser, que arrendou sua
magnífica casa a Armando Lichti e foram residir
em São Paulo, com seus filhos, onde faleceram
muitos anos depois. A mansão dos Bessers permaneceu
alugada a Armando Lichti até 1949, quando voltou
a ser ocupada pelos familiares do casal Bresser. Nessa
casa, hoje pertencente a Antonio Domingues, está
instalado o Restaurante do Duarte.
Neste mosaico histórico
deve ser destacada a Colônia de Férias
do Sesc - "Ruy Fonseca" -, inaugurada, em
1948, pelo idealismo e a perseverança de Brasílio
Machado Neto. Desde 1946, quando foi iniciada sua
construção, passou a ser o maior mercado
de trabalho de Bertioga, tanto pelo volume de oferta
de empregos, como pelos seus padrões salariais.
A colônia sempre teve vida independente da vila,
pelos recursos próprios de comunicação,
pelo abastecimento direto, pela água e luz
próprias, quando Bertioga ainda não
as possuía.
De início isolada,
distante 4 km da vila - agora urbanisticamente integrada,
pois a vila cresceu e se espalhou já além
dessa distância -, a Colônia de Férias
"Ruy Fonseca" é, realmente, um oásis,
pela pureza de seu ar, sem poluição,
pela beleza de seus jardins e de seus bosques, pelo
"mar, belo mar selvagem" à sua frente
- tão cantado nos maravilhosos versos do grande
poeta Vicente de Carvalho, em seu sítio Indaiá,
no final dessa mesma praia -, por sua magnífica
área de esportes e lazer, por suas dependências
de recreação social e cultural, por
suas acomodações modernas e confortáveis.
Indiscutivelmente, a Colônia de Férias
"Ruy Fonseca", do Sesc, desempenhou, através
dos últimos 37 anos, um papel preponderante
no desenvolvimento de Bertioga, de cujo distrito é
o segundo mais belo cartão postal, depois do
Forte São João da Barra - o majestoso
monumento que revive a Bertioga histórica e
legendária!
Antes da chegada dos
portugueses, Bertioga era habitada por índios
da tribo tupi-guarani, que chamavam o local de “Buriquioca”
(morada dos macacos).
Bertioga, como todo litoral paulista, possui vestígios
da ocupação pré-histórica,
comprovados pelos diversos depósitos de calcários
existentes na região.
Esse tipo de sítio
arqueológico, a que damos o nome da Sambaqui,
constitui-se de grandes quantidades acumuladas de
conchas de moluscos marinhos e terrestres, misturados
com instrumentos de pedra e ossos e esqueletos ou
parte de esqueletos humanos e de animais que representam
testemunhos da cultura dos paleoamerídios do
Brasil.
Da chegada de Pedro
Álvares Cabral - em 1500 e após três
décadas -, as poucas povoações
em terras brasileiras eram as feitorias de embarque
de pau-brasil. Bertioga foi visitada desde o início
da colonização pelos portugueses, acredita-se
que antes mesmo da fundação de São
Vicente, primeira Vila do Brasil, fundada em 1532
por Martim Afonso de Souza.
Neste mesmo ano, João
Ramalho teria vindo à cidade a fim de verificar
a possibilidade de estabelecer no local uma fortificação
para defender São Vicente dos ataques tamoios.
Assim como em vários pontos da costa brasileira,
aqui foram construídas as paliçadas
de um fortim, tarefa atribuída a Diogo de Braga
e seus filhos. Essa paliçada primitiva daria
origem mais tarde – primeiro em 1531 e, após
sua destruição, causada por um incêndio
provocado por ataques indígenas, em 1547, quando
foi transformado em alvenaria - ao que é hoje
o cartão postal de Bertioga: o Forte São
João.
A fortaleza, considerada
a mais antiga ainda erguida no Brasil, é um
patrimônio histórico, tombado pelo Instituto
do Patrimônio Histórico e Artístico
Nacional (Iphan) em 1940.
Uma das figuras mais
importantes para a história de Bertioga foi,
sem dúvida, o artilheiro alemão Hans
Staden, que, através de suas obras, deixou
gravadas, além das várias observações
a respeito da terra, fauna, flora e civilizações
indígenas locais, importantes indicações
sobre o desenvolvimento histórico do país
no século XVI.
Hans Staden fez duas
viagens ao Brasil. Na primeira, em 1547, foi nomeado
condestável do Forte São Felipe que,
juntamente com o Forte São João de Bertioga,
era responsável pela defesa da Vila de São
Vicente. Capturado pelos tupinambás, permaneceu
prisioneiro entre eles por cerca de nove meses.
Foi também de Bertioga que, em 1565, Estácio
de Sá e sua esquadra saíram para fundar
a cidade do Rio de Janeiro.
Bertioga foi, até
1943, região livre e soberana. A história
da dominação santista tem início
em 1944, quando o então governador do Estado,
Ademar de Barros, decretou a anexação
de todo litoral norte a Santos.
Em 1946, a prefeitura
de Santos elevou Bertioga à condição
de sub-prefeitura. No fim da década de 70,
o desenvolvimento da região intensificou-se,
devido à abertura das estradas Mogi-Bertioga
e Rio-Santos.
No dia 19 de maio de
1991, realizou-se o plebiscito que confirmaria a autonomia
do Distrito, transformando-o num dos mais novos municípios
paulistas.
Realizada a primeira
eleição no dia 03 de outubro de 1992,
Bertioga consolidava sua autonomia, elegendo seu primeiro
prefeito.
Bertioga tem história.
E que história! Se contarmos a partir da presença
portuguesa, são mais de 4 séculos de
história. Mas antes, dois mil anos antes de
Cristo, tribos primitivas já viviam na região,
e deixaram como testemunho de sua existência,
os sambaquis, montes artificiais de conchas de formas
e dimensões diversas.
Já a partir da era dos Grandes Descobrimentos,.
em 1531, Martin Afonso de Souza recolheu as velas
de suas naus em frente às águas de Buriquioca,
região habitada por tribos tupis.
Em 1532, foi construída uma paliçada
(espécie de trincheira) que deu origem ao Forte
Sã[o João. A 12 de janeiro de 1545,
Bertioga foi doada a Jorge Pires, e em 1547,0 Forte
São João foi construído em alvenaria.
A 27 de janeiro de 1565, Estico de Sá partiu
de Bertioga para fundar o Rio de Janeiro, que viria
a ser capital brasileira e mesmo depois da construção
de Brasília por Kubtschek, continuaria sendo
unia das mais importantes cidades do País.
Até 1940, Bertioga era apenas um núcleo
de pescadores, mas a partir da década de 50,com
a melhoria dos acessos viários, a localidade
começou a sofrer um incremento do turismo.
Quatro décadas mais tarde, a 19 de maio de
1991, houve um plebiscito em Bertioga e a população
votou favoravelmente à emancipação
do distrito. E no mesmo ano, a 30 de dezembro de 1991.
Bertioga deixou de ser um distrito de Santos e foi
transformado em município, sendo que, no dia
seguinte, 31 de dezembro de 1991,o município
foi reconhecido oficialmente como Estância Balneária.
No primeiro dia de janeiro de 1993,o primeiro prefeito,
José Mauro Dedemo Orlandini, tomou posse.
Em 1997, o arquiteto Luiz Carlos Rachid assumiu a
prefeitura da cidade.
CIDADE PRESERVA HISTÓRIA
E ÍNDIOS AINDA MORAM NAS ALDEIAS
Bertioga possui urna
aldeia indígena localizada no bairro de Boracéia,
na divisa com São Sebastião, entre as
cabeceiras do Rio Silveira e do Ribeirão Vermelho,
a 1.500 metros da praia. Na aldeia tupi-guarani, moram
quase 300 índios, em 948 hectares, e a aldeia
ainda conta com urna escola especial para crianças
indígenas. Os nativos fazem artesanato, cultivam
palmito pupunha e mantém um viveiro de plantas
ornamentais. O acesso à Aldeia do Rio Silveira
depende da autorização da FUNAI.

CALENDÁRIO DE
EVENTOS
Janeiro - Projeto Verão
Fevereiro - Carnaval nas praias e nos bairros Março
- Torneio de Pesca de Lançamento, na Praia
da Boracéia
Abril - Travessia Marítima a nado, na Praia
do Indaíá
Maio - Aniversário de emancipação
da Cidade (19 de maio), com desfile cívico
militar, atividades esportivas e shows
Junho Dia do Padroeiro (São João Batista),
Travessia Mar Aberto, Festa Junina (durante os finais
de semana) e Procissão Marítima, com
queimas de fogos, em homenagem a São Pedro
(29 de junho), promovida pelos pescadores
Julho - Copa de Vela na Praia do lndaiá (Enseada),
Festa da Tainha (finais de semana), na Rodovia Rio-Santos
junto ao trevo de Bertioga. Realização
Lions Clube e Prefeitura
Agosto - Festa do Camarão na Moranga (todos
os finais de semana), na Rodovia Rio-Santos, junto
ao trevo de Bertioga. Realização Colônia
de pescadores Z-13 e Prefeitura
Setembro - Semana da Pátria com desfile cívico
militar, Festa da Primavera, (nos finais de semana)
no Jardim Rio da Praia. Realização da
Sociedade de Amigos e Moradores do Jardim Rio da Granja
e Prefeitura.
Outubro - Continua a Festa da Primavera e tem a Semana
da Criança com várias atividades de
lazer e esportivas, além de shows musicais
Novembro- Prova 14 Ws de Natação, no
Canal de Bertioga
Dezembro - Decoração e apresentações
natalinas, além de um Revelia na praia com
muitos shows musicais e queima de fogos
FESTAS GASTRONÔMICAS
ATRAEM MILHARES DE PESSOAS
Bertioga já
está ficando famosa por suas festas gastronômicas,
duas delas batem recordes de público. São
a Festa da Tainha - organizada pelo Lions Clube de
Bertioga, em conjunto com a Prefeitura Municipal -
e a Festa do Camarão na Moranga - realizada
pela Colônia de Pescadores Z-13 com apoio, também,
da Prefeitura.

TURISMO
Localizada o 120 quilômetros
do Capital, Bertioga oferece multo mais que a Festa
da Tainha. Se o tempo estiver bom, pode-se aproveitá-lo
nos 43 quilômetros de praias. Caso contrário,
a opção é uma visita ao Forte
São João, datado de 1547 e que funcionou
até pouco depois da li Guerra Mundial.
Construído em alvenaria, servia como posto
de defesa, para que o ouro estocado no região
não fosse saqueado, Em uma casa anexa, funciona
o museu que conta sua história, através
de bandeiras de navios e instrumentos que serviam
para aprisionar os Inimigos.
O acervo ainda é composto das armas usadas
pelos índios, balas de conhões e pelas
fardos usadas pelos guardas no século XVII.
Atualmente, o Forte é mantido pelo Instituto
Histórico Geográfico Guarujá
Bertloga.
Outra alternativa é a vila de ltatlnga, dividido
entre o balneário de Bertioga e Santos. Fundada
em 1910 para obrigar os funcionários da Usina
Hidroelétrica, a vila oferece a travessia do
rio ltapanhaú de balsa, além de passeios
de bondinho ou caminhadas pelas trilhas locais.

MAIS HISTÓRIAS
DE BERTIOGA
Quando os portugueses
chegaram ao litoral, nas primeiras décadas
do século XVI, encontraram tribos tupis, que
chamavam a regão de "Buriquioca"
( morada dos macacos grandes ). A colonização
teve início a partir de 1530 e Martin Afonso
de Souza, Governador Geral da Costa do Brasil, aportava
no litoral paulista, dando início ao povoamento.
Em Bertioga foi recebido por João Ramalho,
português que já vivia há alguns
anos entre o gentio no planalto.
A partir de 1532, as
terras vicentinas, que compreediam desde peruíbe
até o Rio de Janeiro, foram povoadas até
Bertioga. Os primeiros povoadores foram José
e Francisco Adorno, Pascoal Fernandes, Brás
Cubas, Pero de Goes, Mestre Bartolomeu Fernandes Gonçalves
entre outros, que iniciaram as atividades agrícolas.
Por volta de 1547, os tamoios que tinham o domínio
das terras virgens, sentindo-se ameaçados com
a presença dos portugueses, iniciaram incursões
e ataques a esse núcleo original, que foi reforçado
com a construção de uma fortificação.
A resistência aos ataques indígenas teve
à frente Diogo de Braga, seus filhos e os aliados
guaianazes. Entretanto, logo os demais moradores abandonaram
aquelas terras e a fortificação foi
destruída pelos silvícolas.
A posição
geográfica de Bertioga a tornava ponto estratégico
para a defesa da região e motivou os portugueses
a refortificá-la. Somente em 1557 foi ordenada
a reconstrução do forte em Bertioga,
uma vez que os portugueses necessitavam defender-se
do gentio hostil bem como dos franceses estabelecidos
no Rio de Janeiro. Foi edificada no continente a Fortaleza
de São Tiago ( mais tarde São João
) pelo fidalgo Antonio Rodrigues de Almeida, sobre
as ruínas daquela fortificação
construída pelos Braga em 1547. Foi do Forte
de São Tiago que em 1565 partiu reforços
a Estácio de Sá para a expulsão
dos franceses no Rio de Janeiro e posterior fundação
daquela cidade.
No século XVII,
com a utilização do óleo de baleia
para iluminação pública e particular
no Brasil, foi criado em Bertioga, a Armação
das Baleias, com sucursais em São Sebastião
e na Praia do Goes, em Santos. As baleias eram abundantes
nessa faixa litorânea e a indústria da
pesca e a produção de óleo abastecia
Santos, São Vicente, São Paulo de Piratininga,
São Sebastião, sendo o produto também
enviado para o Rio de Janeiro.Foi ainda no século
XVIII que se deu o declínio dessas atividades
no Brasil.
Assim, no início
do século XX, Bertioga ficou reduzida apenas
a um simples núcleo de pescadores, ponto de
descanso da pequena navegação costeira,
entre Santos e os portos da praia do litoral norte.
Somente na década de 40 iniciou-se a função
como centro balneário mas, essa área
ainda permaneceu isolada, dado a precariedade da vias
de acesso.
A partir da década
de 50, com a melhoria dos acessos viários,
transformou-se em pólo turístico. Em
1991, o distrito foi emancipado e reconhecido oficialmente
como Estância Balneária.

Estância
balneária
Bertioga é um dos 15 municípios paulistas
considerados estâncias balneárias pelo
Estado de São Paulo, por cumprirem determinados
pré-requisitos definidos por Lei Estadual.
Tal status garante a esses municípios uma verba
maior por parte do Estado para a promoção
do turismo regional. Também, o município
adquire o direito de agregar junto a seu nome o título
de Estância Balneária, termo pelo qual
passa a ser designado tanto pelo expediente municipal
oficial quanto pelas referências estaduais.
Localização:

História
Fundação: 19 de Maio de 1995
Bertioga foi um distrito de Santos até 1993.
Hoje é um município
independente.
Geografia
Seus limites são Mogi das Cruzes, Biritiba-Mirim
e Salesópolis a norte, São Sebastião
a leste, o Oceano Atlântico a sul com o Guarujá
(com a ilha de Santo Amaro defronte à cidade)
e Santos a oeste.
Demografia
Dados do Censo - 2000
População
Total: 30.039
Urbana: 29.178
Rural: 861
Homens: 15.511
Mulheres: 14.528
Densidade demográfica (hab./km²): 61,15
Mortalidade infantil
até 1 ano (por mil): 18,38
Expectativa de vida
(anos): 69,93
Taxa de fecundidade
(filhos por mulher): 3,08
Taxa de Alfabetização:
91,74%
Índice de Desenvolvimento
Humano (IDH-M): 0,792
IDH-M Renda: 0,744
IDH-M Longevidade: 0,749
IDH-M Educação: 0,882
(Fonte: IPEADATA)

Igreja Católica
O município pertence à Diocese de Santos.
Hidrografia
Atlântico
Rio Itapanhaú
Rio Guaratuba
Rio Itaguaré
Transporte
Liga-se com o planalto pela Rodovia Mogi-Bertioga
(SP-98) (ao norte), com a Ilha de Santo Amaro (Guarujá)
por meio de um serviço de ferry-boat (ao sul),
com Santos (a oeste) e São Sebastião
(a leste) pela Rodovia Rio-Santos (BR-101).
Fica no município
a pequena Vila de Itatinga, que tem acesso restrito
a visitantes. O único acesso a Vila de Itatinga
é feito ao final da rua Manoel Gajo, onde existe
um pequeno Ferry Boat de onde é feita a travessia
do rio Itapanhaú através de uma barca
cedida pela Codesp (empresa que mantém o controle
da vila). Após a travessia é necessário
percorrer aproximadamente 7 km trilhos ao pé
da Serra do Mar sobre um simpático bondinho.
O percurso é repleto de belas paisagens, é
comum ver animais a solta , bem como belas cachoeiras
e riachos. Na Vila de Itatinga moram cerca de 70 famílias
dos trabalhadores da usina de Itatinga, que gera energia
para o porto de Santos.
Rodovias
SP-55
SP-61- Rodovia Ariovaldo de Almeida Viana
SP-98- Rodovia Mogi-Bertioga
Forte de São João.

Pontos turísticos
Foz do Rio Itaguaré
Morro de São Lourenço
SESC Bertioga
Barra do Rio Guaratuba
Canal de Bertioga
Ponta do Indaiá
Praia da Enseada
Praia de Boracéia
Praia de Guaratuba
Praia de Itaguaré
Praia de São Lourenço
Praia do Indaiá
Praia do Itaguá
Rio Guaratuba
Rio Itaguaré
Rio Itapanhaú
Rio Jaguareguava
Usina de Itatinga
Forte de São João da Bertioga
Curiosidade
No século XVI
Hans Staden, um aventureiro alemão, foi artilheiro
no forte de Bertioga.
O criminoso nazista
Josef Mengele morreu afogado numa praia de Bertioga,
em 1979.
Em Bertioga existe
o forte mais antigo do Brasil!

